Por George Berkeley
Introdução
[243]11. Eu prossigo para examinar o que pode ser alegado em defesa da doutrina da abstração1, e tentar se eu posso descobrir o que é que inclina os homens de especulação a adotarem uma opinião tão distante do senso comum como essa parece ser. Houve um recente [2excelente e] merecidamente estimado filósofo3 que, sem dúvida, deu-a muita expressão, ao parecer pensar que ter ideias abstratas gerais é o que coloca a maior diferença no ponto de entendimento entre homem e fera. ‘Ter ideias gerais,’ diz ele, ‘é isso que coloca uma distinção perfeita entre homem e brutos, e é uma excelência que as faculdades dos brutos não podem, de maneira alguma, alcançar. Pois é evidente que nós não observamos exemplos neles de fazerem uso de signos gerais para ideias universais; a partir do que no raciocinamos imaginar que eles não têm a faculdade de abstração, ou produção de ideias gerais, uma vez que eles não têm uso de palavras, ou de qualquer outro signo geral.’ E um pouco depois: - ‘Portanto, eu acho, nós podemos supor, que é nisso que as espécies dos brutos são discriminadas do homem: e é essa a diferença apropriada na qual eles estão inteiramente separados, e a qual se alarga por uma distância tão ampla. Pois, se eles têm algumas ideias, e não são máquinas nuas (como alguém os compreenderia4), nós não podemos negar-lhes ter alguma razão. Parece tão evidente para mim que eles têm, alguns deles, em certas instâncias, razão, quanto que eles têm sentidos; mas é apenas em ideias particulares, exatamente como as que eles recebem-nas a partir dos sentidos deles. Elas são o melhor deles atados no interior desses limites estreitos, e não têm (como eu penso) a faculdade de as alargar por qualquer tipo de abstração.’ - Essay on Human Understanding, B. II. Ch. II. §10 e 11. Eu prontamente concordo com esse instruído autor que a faculdade os brutos não pode, de maneira alguma, alcançar a abstração. Mas então, se isso for tornado a propriedade distintiva daquele tipo [244]de animais, eu temo que uma grande parte daqueles que se passam por humanos deva ser contada no número deles. A razão que aqui é atribuída, porque nós não temos fundamentos para pensar que os brutos têm ideias gerais abstratas é que nós não observamos neles nenhum uso de palavras, ou de quaisquer outros sinais gerais; o que está erigido sobre a suposição de que, a saber, fazer uso das palavras implica ter ideias gerais. A partir do que se segue que, homens que usam a linguagem são capazes de abstraírem ou generalizarem as ideias deles. Que esse é o sentido e argumentação do autor aparecerá ulteriormente com a resposta dele à questão que ele coloca em outro lugar: ‘Uma vez que existem apenas particulares, como nós obtemos termos gerais?’ A resposta dele: ‘Palavras tornam-se gerais ao serem feitas sinais de ideias gerais.’ - Essay on Human Understanding, B.III. ch. 3 §6. Mas parece que uma palavra5 torna-se geral ao ser feita o sinal, não de uma ideia geral abstrata, mas de várias ideias particulares, qualquer uma das quais é indiferentemente sugerida à mente. Por exemplo, quando é dito ‘a mudança do movimento é proporcional à força impressa,’ ou que ‘seja o que for que tenha extensão é divisível,’ essas proposições devem ser entendidas do movimento e extensão em geral; e, no entanto, não se seguirá que elas sugiram a meus pensamentos uma ideia6 de movimento sem um corpo movido, ou qualquer direção e velocidade determinadas; ou que eu precise conceber uma ideia geral abstrata de extensão, a qual não é nem linha, nem superfície, nem sólida, nem grande nem pequena, negra, branca, nem vermelha, nem qualquer outra cor determinada. É apenas implicado que, qualquer que seja o movimento particular que eu considere, quer ele seja rápido ou lento, perpendicular, horizontal, ou oblíquo, ou em qualquer que seja o objeto, o axioma concernente a ele é igualmente verdadeiro. Como faz o outro de cada extensão particular; não importa se linha, superfície, ou sólida, quer dessa ou daquela magnitude ou figura7.
[245]12. Ao observar como as ideias tornam-se gerais, nós podemos julgar melhor como palavras são feitas assim. E aqui deve ser notado que eu absolutamente não nego que existam ideias gerais, mas apenas que existam quaisquer ideias gerais abstratas. Pois, nas passagens que nós citamos, nas quais há menção a ideias gerais, é sempre suposto que elas sejam formadas por abstração, segundo a maneira estabelecida nas seções 8 e 98. Agora, se nós anexarmos um significado às nossas palavras, e falarmos apenas do que nós podemos conceber, eu acredito que nós devemos reconhecer que uma ideia, a qual, considerada em si mesma, é particular, torna-se geral, ao ser feita representar ou significar todas as outras ideias particulares do mesmo tipo9. Para simplificar isso por exemplo. Suponha que um geômetra esteja demonstrando o método de cortar uma linha em duas partes iguais. Ele desenha, por exemplo, uma linha negra de uma polegada de comprimento: essa, a qual em si mesma é uma linha particular, é no entanto, com respeito à sua significação, geral; uma vez que, como é usada ai, ela representa todas as linhas particulares sejam quais forem; de modo que, o que é demonstrado dela, é demonstrado de todas as linhas, ou, em outras palavras, de uma linha em geral10. E, como aquela linha particular torna-se geral ao ser transformada em um sinal, assim o nome linha, o qual tomado absolutamente é particular, ao ser um sinal, é tornado geral. E como a primeira deve sua generalidade, não ao ser o sinal de uma linha abstrata ou geral, mas de todas linhas retas particulares que possivelmente podem existir, assim o último deve ser considerado derivar sua generalidade da mesma causa, a saber, das várias linhas particulares que ela indiferentemente denota.
13. Para dar ao leitor uma visão ainda mais clara da natureza das ideias abstratas, e dos usos para os quais elas são consideradas necessárias, eu deverei adicionar mais uma passagem do Essay on Human Understanding, que é a que se segue: - ‘Ideias abstratas não são tão óbvias ou fáceis para crianças, ou para as mentes ainda não exercitadas, quanto as particulares. Se elas parecem assim para homens crescidos, é apenas por causa do uso constante e familiar que [246]elas são feitas assim. Pois, quando nós refletimos bem sobre elas, nós deveremos descobrir que ideias gerais são ficções e invenções da mente, que portam dificuldade com elas, e não tão facilmente se oferecem como nós estamos inclinados a imaginar. Por exemplo, não se requerem alguns esforços e habilidade para formar a ideia geral de um triângulo (a qual, contudo, não é uma das mais abstratas, compreensivas e difíceis); pois ele precisa ser nem oblíqua, nem retângulo, nem equilátera, equicrural, nem escalena; mas tudo isso e nada disso de uma vez só? Com efeito, é alguma coisa imperfeita, que não pode existir; uma ideia11 na qual algumas partes de várias ideias diferentes e inconsistentes são colocadas juntas. É verdadeiro que a mente, em seu estado imperfeito, tem necessidade de semelhantes ideias, e apressa-se tão completamente para elas quanto ela pode, pela conveniência de comunicação e alargamento do conhecimento; para ambos os quais ela é muito naturalmente inclinada. Todavia, alguém tem razão para suspeitar de que tais ideias12 sejam marcas de nossa imperfeição. Pelo menos isso é suficiente para revelar que as ideias mais abstratas e gerais não são aquelas com as quais a mente está primeira e mais facilmente familiarizada, nem sobre o que o conhecimento inicial é proficiente.’ - B. iv. ch. 7. §9. Se qualquer homem tem a faculdade de formar em sua mente uma semelhante ideia de triângulo como aqui está descrita, é em vão pretender disputar com ele sobre isso, nem eu me ocuparei com isso. Tudo o que eu desejo é que o leitor informar-se-ia inteira e certamente se ele tem ou não uma ideia semelhante. E isso, parece-me, não pode ser tarefa difícil para qualquer um realizar. O que é mais fácil para qualquer um do que explorar um pouco seus próprios pensamentos, e ali tentar ver se ele tem, ou pode chegar a ter, uma ideia que deveria corresponder com a descrição que aqui é dada da ideia geral de um triângulo – a qual não é nem oblíqua, nem retângulo, equilátero, equicrural nem escalena, mas tudo isso e nada disso de uma vez só?
14. Aqui muito é dito da dificuldade que as ideias abstratas trazem com elas, e os esforços e habilidades requeridas para as formar. E é concordado por todos que há [247]necessidade de grande fadiga e labor da mente, para emancipar nossos pensamentos de objetos particulares, e elevá-los àquelas especulações sublimes que estão relacionadas com ideias abstratas. A partir de tudo isso, a consequência natural parece ser que uma coisa tão difícil quanto a formação de ideias abstratas não era necessária para comunicação, a qual é tão fácil e familiar para todos os tipos de homens. Mas, conta-se a nós, se elas parecem tão óbvias e fáceis a homens crescidos, é apenas porque, através de uso constante e familiar, elas foram feitas assim. Agora, eu desejaria com prazer conhecer a que tempo são os homens empregados na superação dessa dificuldade, e suprirem a si mesmos com aqueles auxílios necessários para o discurso. Não pode ser quando eles estão crescidos; pois então parece que eles não estão conscientes de nenhum esforço semelhante. Portanto, ele resta para ser a tarefa da infância deles. E certamente o labor grande e multiplicado de formação de noções13 abstratas será considerado uma tarefa difícil para aquela tenra idade. Não é uma coisa tão difícil; imaginar que uma dupla de crianças não possa tagarelar junta sobre suas ameixas doces e chocalhos e o restante de suas pequenas bugigangas, até que elas primeiro tenham juntado inconsistências sem número, e assim formado ideias gerais abstratas em suas mentes, e anexado-as a quaisquer nomes comuns dos quais elas fazem uso?
15. Nem eu acredito-as um mínimo mais necessárias para o alargamento do conhecimento do que para comunicação. É, eu sei, um ponto muito insistido, que todo o conhecimento e demonstração são sobre noções universais, com o que eu concordo completamente. Mas não me parece que aquelas noções sejam formadas por abstração da maneira pressuposta – universalidade, até onde eu posso compreender, não consiste na natureza ou concepção absoluta, positiva, de nada, mas na relação que ela comporta para os particulares significados ou representados por ela; pela virtude da qual é que as coisas, nomes, ou noções14, sem em suas próprias naturezas particulares, são tornados universais. Dessa maneira, quando eu demonstro qualquer proposição concernente a triângulos, supõe-se que eu tenha em vista a [248]ideia universal de um triângulo: o que não deve ser entendido como se eu pudesse formar uma ideia15 de um triângulo que não fosse nem equilátera, nem escalena, nem equicrural; mas apenas que o triângulo particular que eu considero, quer deste ou daquele tipo não importa, igualmente significa ou representa todos os triângulos retilíneos quaisquer que sejam, e é, nesse sentido, universal. Tudo isso parece bastante simples e não inclui nenhuma dificuldade16.
16. Mas aqui será exigido; como nós podemos saber que qualquer proposição é verdadeira para todos os triângulos particulares, exceto se primeiro nós vimo-la demonstrada da ideia abstrata de um triângulo que igualmente concorda com todos? Pois, porque uma propriedade pode ser demonstrada concordar com algum triângulo particular, consequentemente não se seguirá que ela igualmente pertença a qualquer outro triângulo que, em todos os aspectos, não é o mesmo que ele. Por exemplo, tendo demonstrado que os três ângulos de um triângulo retangular isósceles são iguais a dois retos, eu não posso, portanto, concluir essa afetação concordar todos os outros triângulos que não têm nem um ângulo reto nem dois lados iguais. Portanto, parece que, para ficar certo de que essa proposição é universalmente verdadeira, nós devemos ou fazer uma demonstração para cada triângulo particular, o que é impossível; ou, de uma vez por todas, demonstrá-la da ideia abstrata de um triângulo, do qual todos os particulares individualmente participam, e pelo qual eles são igualmente representados. Ao que eu respondo que, embora a ideia que eu tenho em vista17 enquanto faço a demonstração seja, por exemplo, aquela de um triângulo retangular isósceles cujos lados são de um comprimento determinado, no entanto, eu posso ficar certo de que ela estende-se a todos os outros triângulos retilíneos de qualquer tipo ou grandeza que sejam. E isso porque nem o ângulo reto, nem a igualdade, nem o comprimento determinado dos lados em absoluto dizem respeito à demonstração. É verdadeiro que o diagrama que eu tenho em vista18 inclui todos esses particulares; mas, então, não há menor menção feita deles na prova da proposição. Não é dito que os três ângulos sejam iguais a dois retos, porque um dele é um ângulo [249]reto, ou porque os lados compreendendo-o são do mesmo tamanho. O que suficientemente revela que o ângulo reto poderia ter sido oblíquo, e os lados desiguais, e por tudo isso a demonstração teria sido válida. E é por essa razão é que eu concluo que para ser verdadeiro de qualquer triângulo obliquangular ou escaleno o que eu demonstrara de um particular equicrural de ângulo reto, e não porque eu demonstrei a proposição da ideia abstrata de um triângulo. [19 E aqui precisa ser reconhecido que um homem pode considerar uma figura meramente como triangular; sem atentar para as qualidades particulares dos ângulos, ou relações dos lados. Até onde ele pode abstrair. Mas isso nunca provará que ele pode formar uma ideia abstrata, geral, inconsistente de um triângulo. De maneira similar, nós podemos considerar Peter por tanto como um homem, ou por tanto como animal, sem formar a anteriormente mencionada ideia abstrata, quer de um homem ou de animal; na medida em que tudo que é percebido não seja considerado.]
17. É tanto uma coisa infinita quanto inútil rastrear os Escolásticos, aqueles grandes mestres de abstração, através de toda a multiplicidade de labirintos inextricáveis de erro e disputa que a doutrina deles das naturezas e noções abstratas parece tê-los conduzido. Que brigas e controvérsias e que poeira instruída foram erguidas sobre essas matérias, e que vantagem poderosa consequentemente foi, a partir delas, derivada para a humanidade, são coisas tão claramente conhecidas neste dia para necessitarem de insistência. E fora bem se os efeitos nocivos ficassem confinados àqueles que fazem a mais declarada profissão disso. Quando os homens consideram os grandes esforços, indústria, e as partes que, por tantas eras, têm sido estabelecidas para o cultivo e avanço das ciências, e isso a despeito dessa parte muito maior delas permanecer na escuridão e incerteza, e as disputas que são prováveis de nunca ter um fim; e mesmo aquelas que são consideradas ser suportadas pelas demonstrações mais claras e convincentes que são perfeitamente irreconciliáveis para os entendimentos dos homens; e que, tomado tudo junto, uma pequena parte delas fornece qualquer benefício real para a humanidade, diferente de ser uma diversão e entretenimento20 [250]inocentes – eu digo, a consideração de tudo isso está apta a arremessá-los em um desanimo e desprezo perfeito de todo estudo. Mas isso, talvez, possa cessar uma visão dos falsos Princípios que obtiveram no mundo; em meio a todos os quais não há nenhum, parece-me, que possua uma influência21 mais ampla sobre os pensamentos dos homens especulativos do que esse das ideias gerais abstratas.
ORIGINAL:
BERKELEY, G. A Treatise concerning the Principles of Human Knowledge [Part I]. First published in 1710. IN:______. The Works of George Berkeley. Oxford: Clarendon Press, 1901. p.243-250. Disponível em: <https://archive.org/details/worksofberkeley01berkuoft/page/243/mode/1up>
TRADUÇÃO:
EderNB do Blog Mathesis
Licença: CC BY-NC-SA 4.0
1 Suposto por Berkeley significar que nós podemos imaginar, em abstração de todos os fenômenos apresentados na experiência concreta. Por exemplo, imagine a existência, em abstração de todos os fenômenos nos quais ela manifesta a si mesma para nós; ou a matéria, despojada de todos os fenômenos nos quais ela está realizada no sentido.
2 Omitido na segunda edição.
3 Locke.
4 Descartes, quem considerava os brutos como máquinas (sencientes?).
5 ‘Com isso eu não posso concordar, sendo da opinião de que uma palavra,’ etc. - na primeira edição.
6 ‘uma ideia,’ por exemplo, uma figura mental concreta.
7 Assim, essa ‘generalidade’ em uma ideia é nossa ‘consideração’ de uma ideia particular (por exemplo, um ‘movimento particular’ ou uma ‘extensão particular’) não por si mesma, mas sob relações gerais, as quais essa ideia particular exemplifica, e as quais, como ele revela, podem ser significadas por uma palavra correspondente. Todas as ideias (no significado restrito de ‘ideia’ para Berkeley) são particulares. Nós ascendemos acima das ideias particulares através de uma apreensão intelectual das relações delas; não ao formar figuras abstratas, as quais são absurdos contraditórios.
8 Locke está certamente mal interpretado. Ele não diz, como Berkeley parece supor que, na formação de ‘ideias abstratas,’ nós estamos formando imagens mentais abstratas – figuras na mente que não são figuras individuais.
9 Locke pretende mais que isso, embora ele expresse seu significado em palavras ambíguas?
10 É uma ideia particular, mas considerada relativamente – uma ideia particular significante, em outras palavras. Nós compreendemos nossas noções em exemplos, e esses precisam ser concretos.
11 [Nota do tradutor: esta nota possui o mesmo conteúdo da nota seguinte, na qual o comentador do texto explica o sentido de ‘ideia’ em ambos os contextos.]
12 Ou seja, ‘ideias’ no sentido de ideia por Locke, sob o qual ele compreende, não apenas as ideias particulares do sentido e da imaginação – as ‘ideias’ de Berkeley – mas aquelas consideradas relativamente, e assim, vistas intelectualmente, quando Locke chama-as abstratas, gerais ou universais.
13 Aqui e no que se segue, ‘noção abstrata,’ ‘noção universal,’ em vez de ideia abstrata. Aqui noção parece ser um sinônimo para ideia, e não tomada no sentido especial que ele mais tarde acrescentará ao termo, quando ele contrastá-lo com ideia.
14 ‘noções,’ novamente sinônimo de ideias, as quais são todas particulares ou concretas, em seu sentido de ideia, quando ele usa-a estritamente.
15 ideia, ou seja, figura mental individual.
16 Em tudo isso ele não leva em conta as relações intelectuais necessariamente corporificadas no conhecimento concreto, e sem as quais a experiência não poderia ser coerente.
17 [Nota do tradutor: esta nota possui o mesmo conteúdo da nota seguinte, no qual o comentador do texto explica o sentido de ‘ter em vista’ em ambos os contextos.]
18 ‘ter em vista,’ ou seja, realizar efetivamente na imaginação.
19 O que se segue, até o fim desta seção, foi adicionado na segunda edição ou de 1734.
20 Assim Bacon em muitas passagens de seus De Argumentis Scientiarum e Novum Organum.
21 ‘ampla influência,’ – ‘amplo e estendido controle’ – na primeira edição.
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