segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Elementos de Retórica - Prefácio e Conteúdos

 Elementos de Retórica


Por Richard Whately


[iii]Prefácio


Um breve esboço da parte principal do trabalho seguinte foi traçado há vários anos para o uso privado de alguns jovens amigos; e a partir desse manuscrito, principalmente, o artigo “Retórica” na Encylopaedia Metropolitana foi depois elaborado. Eu fui induzido a acreditar que ele poderia ser mais útil se publicado em uma forma separada; e portanto, com a assistência de alguns amigos, eu revisei o tratado, e fiz umas poucas adições e outras alterações que sugeriram a si mesmas; além de o dividir de uma maneira mais conveniente para referência.

No todo, eu considerei melhor manter o título de “Retórica,” sendo aquele pelo qual o artigo na Encyclopaedia está designado; visto que eu estava indisposto a deixar-me exposto à suspeição de desejar passar como novo, sobre a força de um novo nome, o que antes já tenha estado diante do público. Mas, em alguns aspectos, o título está aberto a objeções. Além de que ele antes é mais comumente empregado em [iv]referência apenas a Falar (Speaking) em público, ele também está passível de sugerir a muitas mentes uma ideia associada de declamação vazia, ou de artifício desonesto; ou, na melhor das hipóteses, de uma mera dissertação sobre tropos e figuras de linguagem.

De fato, o assunto está apenas uns poucos graus acima da lógica na estima popular; essa geralmente sendo considerada pelo vulgo como a arte de confundir o instruído através de sutilezas frívolas; a outra, aquela de iludir a multidão através de falsidade enganadora. E se um tratado sobre composição for ele mesmo mais favoravelmente recebido do que a obra de um lógico, contudo, o autor dele tem de laborar sob desvantagens ainda maiores. Ele pode ser considerado desafiar a crítica; e as suas próprias performances podem ser condenadas por uma referência aos seus próprios preceitos; ou, por outro lado, seus preceitos podem ser subvalorizados, através de suas próprias falhas na aplicação deles. Devesse isso ocorrer no caso presente, eu apenas tenho de insistir, com Horácio em sua Art of Poetry, que uma pedra de amolar, embora ela mesma incapaz de cortar, contudo, ainda é útil para afiar o aço. Nenhum sistema de instrução equalizará completamente poderes naturais; e contudo, pode ser útil em relação ao aperfeiçoamento dos mesmos. Um jovem Aquiles pode adquirir habilidade no arremesso de dardo sob a instrução de Quíron, embora o mestre não seja capaz de competir com o pupilo em vigor de braço.

Quanto a qualquer exibição de eloquência florida e ornamento oratório, minha deficiência nos quais é provável de [v]ser notada, pode ser suficiente para observar que, se eu tivesse intencionado praticar quaisquer artes desse tipo, eu deveria ter sido o menos provável de tratar delas. Desenvolver e explicar os princípios de qualquer truque, seria um procedimento muito imprudente em qualquer um que se proponha a empregá-lo; embora perfeitamente consistente para alguém cujo objeto é colocar outro em guarda contra ele. O impostor é a última pessoa que deixaria os espectadores entrarem no seu próprio segredo.

Tem sido corretamente observado que “o gênio começa onde as regras terminam.” Mas inferir a partir disso, como alguns parecem dispostos a fazê-lo, que, em qualquer departamento onde o gênio possa ser exibido, as regras têm de ser inúteis, ou inúteis para aqueles que possuem o gênio, é uma conclusão muito precipitada. O que eu observei em outro lugar com respeito à lógica, que “um conhecimento dela serve para poupar um desperdício de ingenuidade,” vale bem em muitos outros departamentos. Ao viajar através de um país parcialmente colonizado e explorado, é sábio fazer uso de mapas de estradas principais com postes de direção, até onde esses servirão aos nossos propósitos; e reservar o guia da bússola ou das estrelas para lugares onde nós não tenhamos nenhuma outra ajuda. De uma maneira similar, nós deveríamos fazer uso de regras enquanto nós pudermos receber assistência delas; sabendo que sempre haverá espaço suficiente para gênio em pontos para os quais nenhuma regra pode ser fornecida.

Ainda assim, a respeito dessas matérias que são tratadas [vi]aqui e nos “Elementos de Lógica,” tem sido algumas vezes sustentado, ou tacitamente assumido, que todas as pessoas alcançam espontaneamente, e todas igualmente bem, tudo para o qual quaisquer regras têm sido, ou podem ser, estabelecidas; e que a inteira diferença entre sucesso melhor ou pior depende inteiramente de coisas independentes de instrução, e que são completamente o dom da Natureza. Eu apenas posse responder que a minha própria experiência conduziu-me decididamente a uma conclusão oposta: uma conclusão que eu considero que também está estabelecida por várias das instâncias fornecidas neste e no outro tratado. Pessoas não carecendo em habilidade, ou no conhecimento dos seus assuntos, frequentemente são descobertas ou terem caído em alguma falácia, ou terem enfraquecido a força do que elas tinham para dizer, ou deixarem a si mesmas abertas à compreensão equivocada, ou terem cometido algum outro erro, do que um estudo atento dos preceitos que têm sido fornecido poderia tê-las salvado. Dificilmente há um único preceito nos “Elementos de Lógica,” ou na obra presente, que não seja frequentemente violado nas composições de homens não deficientes em poderes naturais; como é provado, em várias instâncias, pelos exemplos aduzidos. E os preceitos aos quais eu aludo são tais que, exclusivamente, são possíveis de aplicar, praticamente, e – no sentido estrito – seguir. Eu menciono isso porque alguém algumas vezes pode encontrar preceitos – (assim chamados) estabelecidos, sobre vários assuntos, de um caráter tão vago e geral [vii]quanto a não serem de nenhum uso prático; - tais como ninguém, de fato, deveria afastar-se deles, mas que ninguém pode realmente ser guiado por eles, porque nunca se pode dar qualquer passo em consequência da enunciação de um desses truísmos vazios. Se, por exemplo, nós devêssemos aconselhar um homem doente a “tomar quaisquer medicamentos que fossem apropriados para ele,” e “usar uma dieta saudável, ou fossemos aconselhar um orador a “usar argumentos convincentes, adequados para a ocasião,” de fato, nós deveríamos apenas estar dizendo a eles “ir no caminho correto para o trabalho,” sem os ensinar qual é o caminho correto. Mas eu confio que nenhuma semelhante pretensão vazia de instrução será encontrada no tratado presente.

Quanto à reclamação algumas vezes ouvida de “acorrentamento do gênio por sistemas de regras,” eu deverei oferecer algumas observações sobre isso, no curso da obra.


Talvez possa ser dificilmente necessário observar que as páginas seguintes são designadas principalmente para a instrução de escritores inexperientes. Daqueles que há muito têm sido do hábito de escrever ou falar, aqueles cujo procedimento tem sido conformável com as regras que eu estabeleci, é claro, terão antecipado a maior parte das minhas observações; e novamente, aqueles que têm procedido a partir de princípios opostos, serão mais prováveis de censurar, como se fosse em autodefesa, do que laboriosamente desaprender o quê eles, talvez laboriosamente, tenham aprendido, e começar de novo em novo sistema. Mas eu estou encorajado, parcialmente pelo [viii]resultado de experimentos, a entreter uma esperança de que o presente sistema possa provar-se útil de adquirir por aqueles que têm o seu próprio método de composição e seu estilo de escrita e comunicação. E um autor deveria ficar contente se uma obra fosse considerada em algumas instâncias não inútil, a qual não pode, a partir de sua própria natureza, ser esperada passar completamente sem censura.

De fato, quem quer que, ao tratar de qualquer assunto, recomenda (se sobre fundamentos bons ou maus) um afastamento da prática estabelecida, tem de esperar encontrar oposição. Essa oposição de fato não implica que os preceitos dele estejam corretos; tampouco ela os prova errados; ela apenas indica que eles são novos; uma vez que poucos prontamente reconhecerão estarem equivocados os planos sobre os quais eles têm estado há muito prosseguindo. Portanto, se um tratado sobre o assunto presente fosse recebido com aprovação imediata, universal e desqualificada, essa circunstância, embora de fato ela não o provasse ser errôneo, (uma vez que é concebível que os métodos comumente perseguidos possam estar completamente certos,) contudo, propiciaria uma presunção que não havia muito a ser aprendido a partir dela.

Por outro lado, quão mais profundamente enraizado e geralmente predominante qualquer erro for, menos favoravelmente, inicialmente, será a sua refutação (embora proporcionalmente a mais importante) recebida pela maior parte.


[ix]Com respeito ao que comumente são chamados de artifícios retóricosinvenções para “fazer a razão pior parecer a melhor (making the worse appear the better reason)” – teria mostrado sinais de moralidade pedante fornecer admoestações solenes contra o emprego dos mesmos, ou entrar em uma renúncia formal à intenção desonesta; uma vez que, afinal, a vontade da maior parte, de acordo com suas respectivas características, faz o uso de um livro que elas consideram adequado, sem esperar pela permissão do autor. Mas o que eu tentei fazer é claramente estabelecer, até onde eu pude, (como Bacon faz em seu ensaio sobre astúcia), aqueles truques sofisticados da arte; e até onde possa ter sucedido nisso, eu deverei ter fornecido apenas a restrição eventual ao emprego deles. Os adulteradores de comida ou de drogas, e cunhadores de dinheiro falso, mantêm seus processos um segredo, e não temem a ninguém como temem alguém que detecte, descreva e proclame suas invenções e, dessa maneira, colocam homens de guarda; pois “cada um que comete o mal odeia a luz, nem vem à luz, com o receio de que seus defeitos devam ser tornados manifestos.”

À associação predominante do termo “retórica” com a ideia de invenções enganadoras pode ser traçada à opinião (a qual eu acredito que também seja comum) de que o poder da eloquência está perdido sobre aqueles que o possuem; ou que, pelo menos, um conhecimento crítico da arte da composição fortifica qualquer um, em proporção a sua proficiência, contra [x]ser afetado pelos poderes persuasivos de outro. Isso é indubitavelmente verdadeiro, até onde se diz respeito à habilidade sofística. Quão mais familiarizado alguém está com qualquer tipo de truque retórico, menos passível ele está de ser enganado por ele. Os artifícios, estritamente assim chamados, do orador são,


..como truques de prestidigitação,

Os quais, para admirar, alguém não deveria entender:


e aquele mesmo que esteve atrás das cenas de um show de marionetes, e puxou as cordas pelas quais as figuras são movidas, não é provável de ser muito afetado pela performance delas. De fato, esta é uma grande recomendação ao estudo da retórica, que ela fornece o antídoto mais efetivo contra engano desse tipo. Mas de modo algum é verdadeiro que uma familiaridade com uma arte – no sentido mais nobre da palavra, - não como consistindo em truques de malabarismo, – tenda a diminuir a nossa sensibilidade às produções mais excelentes da arte. Os mais proficientes em música são geralmente os admiradores mais entusiasmados de boa música: os melhores pintores e poetas, e aqueles que são melhor versados nos princípios dessas artes, no geral (quando a rivalidade está fora de questão) são os mais poderosamente afetados por pinturas e por poesia de excelência superior. E eu acredito que ninguém esteja mais abertos à impressão da eloquência correta, honesta, forte, do que aqueles que a exibem suas próprias composições, e são capazes de [xi]analisar criticamente o modo no qual os efeitos dela são produzidos.

Eu posso acrescentar que, em um lugar (Parte II, cap. 1, §2), eu indiquei uma parte importante da arte legitima do orador, com respeito às mentes dos seus ouvintes, como coincidindo exatamente com a prática de um homem sábio e bom com respeito a sua própria mente.


Serão encontradas várias passagens nas páginas seguintes que pressupõem alguma familiaridade com a lógica; mas eu confio que a maior parte será inteligível por aqueles que não têm esse conhecimento. Ao mesmo tempo, isso está implicado pelo que eu disse sobre aquela ciência e, de fato, pela circunstância mesma de eu ter escrito sobre ela, que eu não posso considerar como alguém intentando uma tarefa de dificuldade desnecessária quem tenta, sem estudar a lógica, tornar-se um escritor argumentativo minuciosamente bom.

Ainda assim, deve ser observado que uma porção considerável do que é por muitos autores reconhecido como uma parte da lógica, foi tratado por mim não sob essa categoria, mas na parte I da presente obra1.

[xii]Pode ser considerado que alguma apologia seja necessária para a referência frequente feita ao tratado há pouco mencionado e, ocasionalmente, a algumas outras obras minhas. Contudo, pareceu-me que uma das outras duas alternativas teria sido mais objetável; veja-se, ou omitir inteiramente muito do que era necessário para a elucidação do assunto à mão; ou repetir, nas mesmas ou em outras palavras, o já tinha sido publicado.

Talvez alguma apologia também possa ser considerada necessária para as várias ilustrações, selecionadas a partir de vários autores, ou estruturadas para a ocasião, que ocorrem tanto no presente tratado quando naquele de lógica; e nas quais, opiniões sobre vários assuntos são incidentalmente transmitidas; com todas as quais não pode ser esperado que cada um dos meus leitores concordarão. E portanto, alguns podem ficar dispostos a reclamar que eles não podem colocar essas obras nas mão de nenhuma pessoa jovem sob o cuidado deles, sem um risco de a impregnar com noções que eles consideram errôneas. Eu tenho razão para acreditar que essa objeção tem sido especialmente sentida pelos escritores mais decididamente anticristão do presente. Mas deveria ser lembrado que lógica e retórica, não tendo nenhum objeto próprio delas mesmas, foi [xiii]necessário recorrer a outros departamentos de conhecimento para exemplificações dos princípios estabelecidos; e teria sido impossível, sem me confinar aos truísmos mais insípidos, evitar completamente todos os tópicos sobre os quais existem diferenças de opinião. Se, no curso de qualquer uma das obras, eu defendi qualquer princípio errôneo, o remédio é refutá-lo. Eu estou completamente inconsciente de, em qualquer instância, ter recorrido ao emprego de falácia, ou substituído argumento por declamação; mas, se quaisquer dessas faltas existirem, é fácil as expôr. Nem é necessário que quando qualquer livro é colocado nas mãos de um estudante jovem, ele deva entender que deve adotar implicitamente cada doutrina contida nele, ou não deva ser acautelado contra nenhum princípio errôneo que ele possa inculcar: caso contrário, de fato, seria impossível conceder a quaisquer homens jovens o que é chamado de uma educação clássica sem os tornar pagãos.

Que eu tenha declarado um assentimento às evidências da cristandade (que, eu acredito, seja o ponto no qual o maior sofrimento seja sentido), e que isso incidentalmente implica alguma censura daqueles que as rejeitam, não deve ser negado. Mas, novamente, eles estão livres, - e eles não são acanhados no uso da liberdade deles, - para repelirem a censura, para refutarem, se eles podem, aquelas evidências. E enquanto eles confinarem a si mesmos à argumentação calma, e abstiverem-se de insultos, personalidade difamatória e falsificação [xiv]dos fatos, eu firmemente espero que nenhuma força seja empregada para os silenciar, exceto a força do argumento. Eu não sou um daqueles amantes invejosos da liberdade que a desejariam manter toda para si mesmos; nem eu temo o perigo último para a causa da verdade a partir de uma discussão justa2.

Pode ser objetado por alguns que, nas palavras acima, eu propus um desafio que não pode ser aceito; na medida que foi declarado pelas autoridades legais mais elevadas que “a cristandade é parte da Lei da Terra;” e, consequentemente, qualquer um que a impugne é passível de processo. Eu não professo determinar qual é o significado preciso da máxima legal acima; nunca tendo encontrado ninguém que pudesse explicá-la para mim: mas evidentemente, a mera circunstância de que nós temos uma “religião estabelecida por lei,” por si mesma não implica a ilegitimidade de argumentar contra essa religião. Por exemplo, os regulamentos de comércio e navegação são inquestionavelmente parte da Lei da Terra; mas a questão da conveniência deles é livremente discutida e, frequentemente, em linguagem não muito calculada; nem eu nunca ouvi de ninguém sendo ameaçado com processo por censurá-las.

Ainda assim, eu não presumo decidir que passos legalmente poderiam ser tomados; eu estou olhando apenas para fatos e probabilidade; e eu sinto uma confiança segura, [xv]assim como esperança (e essa fundada em experiência passada), de que, de fato, nenhuma penalidade legal será incorrida por defensores temperados, decentes, argumentativos de mesmo as opiniões mais errôneas.

Aos exemplos introduzidos como ilustração, e às observações incidentais sobre vários pontos, eu agora (1846) fiz algumas adições, a parte principal das quais também foi impressa separadamente, para o uso daqueles que possuem edições anteriores. Para alguns leitores, a obra pode parecer ser ainda mais insuficiente nesse aspecto; enquanto outros ainda pode ter considerado mesmo as edições anteriores cheias e digressivas demais. A retórica não tendo, como eu observei em outros pontos, (como a lógica), nenhum objeto próprio para si mesma, é manifestamente impossível traçar uma linha precisamente entre o que pertence, e o que não pertence, estritamente a ela. Eu tentei introduzir, o que quer que possa parecer relevante, interessante e instrutivo para a maioria dos estudantes.

Eu apenas tenho de acrescentar meus agradecimentos a vários amigos gentis, com as sugestões judiciosas e correções cuidadosas de quem eu estou em dívida, tanto na composição original da obra, quanto nas revisões e alargamentos subsequentes dela.


CONTEÚDOS3


Introdução 1

Part I. Of the Address to the Understanding, with a View to Produce Conviction (including Instruction)

Chapter I. Of Propositions to be maintained 35

Chapter II. Of Arguments 39

Chapter III. Of the various use and order of the several kinds of Propositions and of Arguments in different cases 108

Chapter IV. Of Introductions 168

Part II. Of the Address to the Will, or Persuasion

Chapter I. Introductory considerations 175

Chapter II. Of the conduct of any address to the feelings generally 189

Chapter III. Of the favourable or unfavourable disposition of the Hearers or Readers towards the Speaker or Writer, and his opponent 203

Part III. Of Style

Chapter I. Of Perspicuity of Style 257

Chapter II. Of Energy, or Vivacity of Style 875

Chapter III. Of Elegance, or Beauty of Style 328

Part IV. Of Elocution, or Delivery

Chapter I. General considerations relative to Elocution 339

Chapter II. The Artificial and Natural modes of Elocution compared 347

Chapter III. Considerations arising from the differences between Reading and Speaking 360

Chapter IV. Practical Deductions from the foregoing views 376


Introdução


ORIGINAL:

WHATELY, R. Elements of Rhetoric: Comprising an Analysis of the Laws of Moral Evidence and of Persuasion, with Rules for Argumentative Composition and Elocution. Seventh Edition, Revised. London: John W. Parker, West Strand, 1846. p. iii-xv. Disponível em: <https://archive.org/details/elementsofrhetor00whatiala/page/n10/mode/1up>


TRADUÇÃO:

EderNB do Blog Eidonet

Licença: CC BY-NC-SA 4.0


1[xi]Recentemente eu tenho sido representado (enquanto a sexta edição desta mesma obra estava diante do público) como tendo declarado a impossibilidade de fazer uma tal análise e classificação dos diferentes tipos de argumentos que eu tenha estabelecido diante do leitor. Uma semelhante compreensão equivocada parece muito inexplicável; pois, se alguma vez [xii]tivesse feito uma afirmação semelhante, eu suponho que deveria ter sido a primeira pessoa que alguma vez proclamou a impossibilidade de alguma coisa ao mesmo tempo que professava ter alcançado-a.

2[xiv]Ver Speech on Jews’ Relief Bill, e observações adicionadas a ela. Vol. de Tratados, etc, pp. 419-446.

3Esta seção serve como índice para as postagens com os capítulos. A medida que as traduções forem postadas, links para as mesmas serão adicionados nos locais correspondentes.

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